Exposição “Intimidade Urbana”, de Hélio Bastida Lopes

24/09/2026 08:46

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall do Auditório, a exposição “Intimidade Urbana: ‘Cidades Invisíveis’, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea”, de Hélio Bastida Lopes.

Acompanhe também o instagram: @exposicoes.bu

Sobre a exposição

A rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da presente exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.

A referência ao livro “Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.

As cidades descritas por Calvino representam mais do que apenas espaços físicos; elas são metáforas que exploram emoções, sonhos e memórias. Por exemplo, cidades como Zaira, que simboliza a memória, e Octavia, que reflete sobre a alienação, ressoam com as experiências contemporâneas em metrópoles superlotadas, onde muitos se sentem desconectados, apesar da proximidade física.

(mais…)

Exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

23/09/2026 13:39

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

(mais…)

Exposições de outubro na BU

22/09/2026 07:31

No mês de outubro, a Biblioteca Central receberá cinco exposições, são elas:

As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro, de Arthur Baggio, do dia 01/10/2026 ao dia 30/10/2026, na Janela da Arte;

Intimidade Urbana, de Hélio Bastida Lopes, de 01/10/2026 a 30/10/2026, no Hall do Auditório;

Tardes de quinta, exposição coletiva com curadoria de Patrícia Di Loreto, do dia 02/10/2026 ao dia 30/10/2026, no Espaço Lounge;

Colheita Coleção, de Tissier, de 01/10/2026 a 30/10/2026, no Hall Principal;

Viagem Transcendental ao Útero Dourado, de Thais Carvalho Hüsle, de 01/10/2026 a 30/10/2026, no Salão Circulação.

Detalhes
📌 O quê? Exposições de outubro.
📌 Onde? Biblioteca Central.
📌 Quanto? Exposição gratuita e aberta à comunidade

Exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio

22/09/2026 07:25

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

(mais…)