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Exposição “Encontro de Olhares” do fotógrafo Miguel Serrão
De 03/11/26 a 30/11/26 a Biblioteca Central recebe, a exposição “Encontro de Olhares” no Espaço Lounge.Sobre a exposição
Há momentos na natureza em que sinto o tempo parar. Um pássaro pousa, me observa e, por alguns instantes, nossos olhares se encontram. Encontro de Olhares nasceu desses momentos raros e silenciosos que vivo durante minhas observações. Através das minhas fotografias, procuro registrar não apenas a beleza e a presença das aves, mas a intensidade desse instante em que percebo que também estou sendo observado. Para mim, existe uma magia especial nesse encontro. É como se, por alguns segundos, estabelecêssemos um diálogo sem palavras, feito de curiosidade, presença e conexão. Esses momentos despertam em mim uma sensação profunda de pertencimento e de proximidade com a natureza. Quero compartilhar essa experiência através das minhas imagens e convidar cada pessoa que visitar a exposição a olhar com mais calma, a perceber os detalhes e a se abrir para essa possibilidade de encontro. Porque, para mim, fotografar essas aves não é apenas observá-las. É também ser observado por elas.
Sobre o fotógrafo
Meu nome é Miguel Serrão, tenho 60 anos, sou natural de Angola e vivo no Brasil desde os 10 anos de idade. Desde muito cedo, sou um admirador da natureza e de todas as formas de vida. Foi, porém, em 2009 que comecei a fotografar aves. A partir daí, a fotografia de pássaros foi tomando conta dos meus dias, até se transformar em um verdadeiro hiperfoco na observação dessas incríveis criaturas. Ao longo desse caminho, desenvolvi um método próprio de observação, no qual procuro criar uma conexão cada vez maior com as aves e registrar, através da fotografia, esses momentos especiais de encontro e interação. Hoje, transformo algumas dessas fotografias em quadros, buscando compartilhar com outras pessoas um pouco da beleza e da magia que encontro nesses momentos. Exponho meus trabalhos na feira da UFSC, às quartas-feiras, e também aos sábados e domingos na feira de Rancho Queimado, a AGROARTE.
Realização: @exposicoes.bu
Detalhes da exposição
📌 O quê? Exposição “Encontro de Olhares”
📌 Onde? Espaço Lounge
📌 Quando? De 03/11/26 a 30/11/26 , de segunda a sexta-feira das 7h30 às 22h.
📌 Quanto? Exposição gratuita e aberta à comunidade
📌 Contatos: Whatsapp (48) 99858-7670
Email: arteserrao@gmail.com
@aves.arteserrao -
Exposição “Fazendo arte no NETI” dos participantes das oficinas NETI-UNAPI (UFSC) e com curadorias de Maria Inés Castiñera e Tereza C. Gomes Maia
De 03/11/26 a 30/11/26 a Biblioteca Central recebe, na “Galeria Hall Principal “, a exposição coletiva “Fazendo arte no NETI”.Sobre a exposição
Estas obras foram produzidas por participantes das oficinas “Introdução à Aquarela” e “Lápis de Cor”, promovidas pelo NETI-UNAPI (UFSC), sob orientação das professoras Maria Inés Castiñera e Tereza C. Gomes Maia. As oficinas têm como objetivo estimular e aprimorar a percepção estética e as técnicas de expressão artística dos participantes, em um ambiente colaborativo que valoriza tanto o desenvolvimento individual quanto a troca de experiências e a interação social. As obras apresentadas nesta exposição revelam diferentes possibilidades de criação e experimentação. Algumas delas exploram a combinação de técnicas, como aquarela, lápis de cor, nanquim e grafite, evidenciando a diversidade de linguagens e caminhos encontrados pelos participantes ao longo de seu processo artístico.
Sobre o NETI – UNAPI
A Universidade Aberta para as Pessoas Idosas (UNAPI) é uma iniciativa voltada à promoção da aprendizagem ao longo da vida, oferecendo cursos, oficinas e atividades que estimulam o desenvolvimento intelectual, artístico, cultural e social das pessoas idosas. Surgida na França, na década de 1960, a proposta se expandiu para diferentes países e universidades, consolidando-se como um importante espaço de educação, convivência e participação social. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), essa trajetória teve início em 1982, com a criação do Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI). Pioneiro no desenvolvimento de ações de extensão voltadas às pessoas idosas no Brasil, o NETI ampliou ao longo dos anos suas atividades e propostas de formação, dando origem ao NETI-UNAPI. Atualmente, o NETI-UNAPI oferece diferentes cursos, oficinas e atividades que valorizam a criatividade, a autonomia, a convivência e a troca de experiências, contribuindo para o bem-estar e para a construção de novos conhecimentos ao longo da vida.
Realização: @exposicoes.bu
Detalhes da exposição
📌 O quê? Exposição “Fazendo arte no NETI”
📌 Onde? Galeria Hall Principal
📌 Quando? De 03/11/26 a 30/11/26 , de segunda a sexta-feira das 7h30 às 22h.
📌 Quanto? Exposição gratuita e aberta à comunidade
📌 Contatos: Inés –(48) 98838-2680, ines.castineira@gmail.com
Tereza- (48) 98860-4745, terezamaia03@yahoo.com.br -
BU na SEPEX 2026: Acesso e preservação do acervo histórico e cultural nas Coleções Especiais
Na 26º Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSC (SEPEX 2026), a BU convida a comunidade a conhecer o setor de Coleções Especiais em uma visita realizada como parte das rotas temáticas. Os participantes da visita conhecerão as ações de preservação de acervos históricos e culturais, conservação e restauração de suportes em papel, materiais restaurados pelo projeto financiado pela FINEP (Edital Recuperação e preservação de acervos 2024) e os espaços e laboratórios de conservação.
- Local: Serviço de Coleções Especiais, na Biblioteca Central UFSC
- Data e horário: 21 e 22/10/2026, primeira visita às 14h e segunda visita às 15h.
- Duração da visita: 1h
- Vagas em cada visita: 10
- Ponto de encontro: cadeiras verdes próximas ao balcão de empréstimo.
- Mais informações: Serviço de Coleções Especiais
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Exposição “Virando Esquinas Urbanas” da artista Lisete Assen, com curadoria de Ari de Goes e cocuradoria de Blagojco Dimitrov
De 04/11/26 a 30/11/26 a Biblioteca Central recebe, no espaço “Hall do auditório”, a exposição “Virando Esquinas Urbanas” de Lisete Assen.Sobre a exposição
A exposição Virando Esquinas Urbanas reúne pinturas em técnicas aguadas sobre papel, que investigam a esquina como lugar físico e, sobretudo, como metáfora de passagens, encontros e mudanças. Transitando entre o figurativo e o abstrato, as obras revelam a esquina como espaço público de luz mutante, de instabilidade e de virada na paisagem urbana. Com curadoria de Ari de Goes e cocuradoria de Blagojco Dimitrov, a mostra nasce de um processo de pesquisa e experimentação que alia memória e reflexão plástica. As obras propõem ao público uma experiência visual em que a pintura se torna convite para “virar esquinas” e abrir-se ao inesperado.
Sobre a artista e os curadores
Lisete Assen (Porto Alegre, 1954) vive em Florianópolis desde 1982. Artista visual e arquiteta-urbanista, é doutora em Estruturas Ambientais Urbanas e atuou como docente de projeto urbano nos Cursos de Arquitetura e Urbanismo da UFSC e da UNIVALI. Sua pesquisa transita entre o figurativo e o abstrato, com ênfase em técnicas aguadas.
Ari de Goes, ítalo-brasileiro radicado na Emília-Romanha, Itália, é artista visual, publicitário e mentor em arte e criatividade.
Blagojco Dimitrov, macedônio radicado no Brasil desde 1993, é artista e educador, com longa atuação no ensino de artes plásticas.
Realização: @exposicoes.bu
Detalhes da exposição
📌 O quê? Exposição “Virando Esquinas Urbanas”
📌 Onde? Hall do auditório
📌 Quando? De 04/11/26 a 30/11/26 , de segunda a sexta-feira das 7h30 às 22h.
📌 Quanto? Exposição gratuita e aberta à comunidade
📌 Contatos: lisete.ao@gmail.com | WhatsApp +55 48 99969-0850 -
Exposição Caminhos Andinos, das artistas Juliana Bernardi e Zulma Borges, com curadoria de José Carlos da Rocha
De 03/11/26 a 30/11/26 a Biblioteca Central recebe, no Salão Circulação, a exposição “Caminhos Andinos”.Siga o nosso Instagram: @exposicoes.bu
Sobre a exposição
Esta exposição apresenta a concretização de uma ideia surgida a partir das experiências vivenciadas em 2025, pelas aquarelistas Juliana Bernardi e Zulma Borges, ao visitarem os países andinos (Chile, Bolívia, Peru e Argentina). No percurso, foram utilizados registros fotográficos, filmagens e observação atenta dos elementos da paisagem andina, com relação à natureza, ao relevo, aos animais, às pessoas, aos modos de vida, às construções históricas, entre outros. As aquarelas a serem expostas são realizadas tendo como referência o registro fotográfico. Os trabalhos são apresentados em aquarela sobre papel,em forma de pinturas, cartões-postais e livros de artistas.
Sobre as artistas
Juliana Bernardi é Engenheira Agrônoma, com mestrado e doutorado em genética e melhoramento vegetal. Profissionalmente, trabalhou cerca de 33 anos como professora de graduação e pós-graduação da UFSC, em temas relacionados ao manejo e à conservação da biodiversidade, à conservação de germoplasma, bem como ao desenvolvimento participativo de novas variedades de plantas cultivadas.
Foi iniciada no mundo artístico aos cinco anos, com foco no aprendizado de música clássica ao piano. Nos últimos sete anos, sua maior dedicação artística tem sido à pintura feita com a técnica da aquarela. Em novembro de 2019, ingressou no ateliê Alvéolo, coordenado por Zulma Borges. Desde então, tem participado ativamente como um membro desse ateliê, participando de várias exposições coletivas, bem como de grupos de arte urbana. As principais séries pintadas com a técnica de aquarela pela artista têm sido sobre a biodiversidade, o meio ambiente, os animais e as pessoas, dentro de
um contexto ecológico, antropológico e naturalista.Zulma Borges é formada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (URGS), especializou-se em História das Artes, graduou-se em Artes Plásticas na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Formou-se em Filosofia na UFSC, é funcionária aposentada da UFSC, tendo atuado como revisora de texto no Gabinete do Reitor/UFSC. Na arte, dedica-se à gravura e aquarela, com produção de pinturas e livros de artista. Ministrou oficinas de Aquarela no Departamento Artístico e Cultural (DAC) da UFSC, de 1995 a 2004. Atualmente, coordena e promove encontros de aquarelistas no Ateliê Alvéolo. Sua poética é voltada para a paisagem como vivências e a memória como duração.









