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Horário BSCED
No período de 29/09 a 09/10/2026 a BSCED terá horário de funcionamento das 08h às 19h.
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Promoção de Acervo pelo Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência
Na semana em celebração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o setor de Acessibilidade Informacional (AI/BU), juntamente com a Equipe de Difusão da Informação da Biblioteca Central, selecionou uma série de referências bibliográficas que tematizam a acessibilidade, a inclusão de pessoas com deficiência, o desenho universal e as transversalidades que atravessam o tema. O Dia é celebrado em 21 de setembro com o objetivo de conscientizar sobre os direitos das PcD, desafios, valorizar o histórico da luta e promover o combate ao capacitismo. A exposição desse acervo está no 1º andar da Biblioteca Central, próxima ao Balcão de Empréstimos, e segue até o dia 16 de outubro de 2026.

Descrição da imagem: Fotografia colorida em plano médio e frontal de uma mesa e livros. A mesa é retangular, de tom bege, com uma estrutura de dois níveis. Sobre ela, estão diversos livros e folhetos explicativos organizados em suporte vertical e horizontal, alusivos ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.
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Exposição “Viagem Transcendental ao Útero Dourado”, de Thais Carvalho Hüsle
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Salão Circulação, a exposição “Viagem Transcendental ao Útero Dourado”, de Thais Carvalho Hüsle.Acompanhe também o instagram: @exposicoes.bu
Sobre a exposição
Viagem Transcendental ao Útero Dourado apresenta a trajetória artística de Thais Carvalho Hüsle Storch, reunindo diferentes fases e estilos de sua produção e sua relação com a arte, a transcendência, o despertar da consciência e o universo feminino.
Influenciada pela Arte Moderna, Contemporânea e Visionária, pelo Surrealismo e pela Cristalografia, a artista integra essas referências em sua obra que explora dimensões além da percepção cotidiana,
Desde a adolescência, Thais dedica-se ao desenvolvimento espiritual, tendo estudado o Cristianismo, o Budismo e diferentes caminhos de autoconhecimento, além de práticas como yoga e meditação. Essas experiências atravessam sua produção artística.
Para a artista, a tela é um útero, espaço de criação, transformação e nascimento. A cada pincelada, surgem obras que expressam amor, espiritualidade, sonhos, natureza, família, luz e infinitas possibilidades.
Suas pinturas incorporam elementos simbólicos como mandalas, estrelas, sol, luz, animais, flores e o universo, refletindo sua busca pela conexão com o sagrado e com as verdades divinas.
O útero, símbolo central da exposição, representa nossa primeira casa, o lugar da criação, da vida e da feminilidade. É também metáfora de acolhimento, força, transformação e amor-próprio. Voltemos ao útero: onde nasce toda criação, toda vida e todo poder de transformação.
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Exposição “Tardes de quinta”, com curadoria de Patrícia Di Loreto
De 02/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Lounge, a exposição coletiva “Tardes de quinta”, com curadoria de Patrícia Di Loreto.Acompanhe também o instagram: @exposicoes.bu
Sobre a exposição
Tardes de quinta nasce da Oficina de Artes Visuais da UFSC, um espaço de estudo, prática e troca que acontece todas as quinta-feiras à tarde. Como professora e pintora, proponho aos meus alunos um percurso de aproximação com a pintura a partir do estudo de seus diferentes gêneros – retrato, paisagem, natureza-morta, figura humana, entre outros – e dos artistas que, em diferentes períodos e contextos, os exploraram, transformaram e reinventaram.
Esse percurso também passa pela experimentação de diferentes técnicas e procedimentos: óleo, acrílica, aquarela, giz pastel, colagem, entre outros. Investigamos diferentes maneiras de construir a imagem, desde a pincelada impressionista e suas relações com a luz e a cor até o sfumato, com suas transições sutis entre tons e formas. Cada técnica se torna uma possibilidade de investigação e uma maneira particular de pensar e construir a pintura.
Estudar a história da pintura, nesse contexto, não significa apenas conhecer seus mestres e períodos. Significa observar como cada artista construiu seu olhar, quais escolhas fez diante da cor, da matéria, da luz, da composição e do gesto. A partir dessas referências, cada aluno desenvolve sua própria pesquisa, estabelecendo diálogos entre aquilo que aprende e aquilo que deseja expressar. Nas obras reunidas nesta exposição, diferentes temas atravessam o olhar de cada artista: a infância, os dias em família, a nudez, os gritos desesperados, as cadeiras de descanso, o rosto feminino e as paisagens aquareladas. São assuntos que partem do cotidiano, da memória, da experiência e da imaginação, transformados pela pintura em imagens que carregam diferentes tempos, afetos e inquietações.
Nesta exposição, porém, o encontro é formado por mulheres de diferentes gerações, experiências e repertórios. Cada uma chega com uma história, uma sensibilidade e uma maneira singular de perceber o mundo. Essa diversidade é parte essencial de oficina e revela a riqueza dos diferentes caminhos que a pintura pode assumir. As aulas também são atravessadas pela conversa e pela curiosidade. A pintura estabelece diálogos com a filosofia, a fotografia, o jornalismo, a biologia e outros campos do conhecimento, ampliando as possibilidades de pensar e construir uma imagem. Esta exposição apresenta um pouco desse percurso: diferentes olhares reunidos em um mesmo espaço, diferentes maneiras de pintar e uma mesma vontade de aprender, experimentar e descobrir.
Realização: BU/UFSC Exposições
Detalhes da exposição
📌 O quê? Exposição “Tardes de quinta”.
📌 Onde? Espaço Lounge.
📌 Quando? De 02/10/26, a 30/10/26 , de segunda a sexta-feira das 7h30 às 22h.
📌 Quanto? Exposição gratuita e aberta à comunidade
📌 Contatos: @m.s.josie ou @patidiloreto -
Exposição “Intimidade Urbana”, de Hélio Bastida Lopes
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall do Auditório, a exposição “Intimidade Urbana: ‘Cidades Invisíveis’, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea”, de Hélio Bastida Lopes.Acompanhe também o instagram: @exposicoes.bu
Sobre a exposição
A rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da presente exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro “Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
As cidades descritas por Calvino representam mais do que apenas espaços físicos; elas são metáforas que exploram emoções, sonhos e memórias. Por exemplo, cidades como Zaira, que simboliza a memória, e Octavia, que reflete sobre a alienação, ressoam com as experiências contemporâneas em metrópoles superlotadas, onde muitos se sentem desconectados, apesar da proximidade física.










